Twitteratura - Best sellers nos 140 caracteres
4 de agosto de 2009 por Bárbara Gaia em SELFPOSTS, Tecnologia

Tem gente que adora e tem gente que odeia. Tem gente que acha que não acrescenta nada e tem gente que acha muito útil. De fato, muitas pessoas estão aderindo e descobrindo que ele não é igual às outras ferramentas de rede social já conhecidas e que a função dele se limita em mandar e receber textos, imagens e urls em até 140 caracteres e a forma de uso do conteúdo nestes 140 caracteres é critério de cada um. A verdade é que o Twitter é a rede social do momento no Brasil.
E é justamente em função dessa caracterÃstica de microblogging que alguns apostam no Twitter para inovar a literatura. Se de um lado até hoje a gente lê livros c0mo na época de Gutenberg: centenas de folhas de papel impressas e encadernadas, por outro, em meio à s novas tecnologias, passamos a ler textos em sites, através de PDFs ou até mesmo pelo celular. Pensando nisso, aparelhos eletrônicos, como o Kindle, foram desenvolvidos para os livros digitais ou e-books. Existem também os Wikilivros, onde o conteúdo de livros, apostilas e manuais são feitos de forma colaborativa. E agora, de uns tempos para cá, foi criada a Twitteratura.
A Twitteratura nada mais é do que histórias da literatura universal ou de novos escritores contadas a cada postagem no Twitter. A ideia surgiu de dois estudantes de literatura da Universidade de Chicago, e uma editora dos norte americana chamada Penguin Books vai lançar livros clássicos e best sellers sob a forma tweets.
Mas antes que todo fique pensando que até terminar um livro de Dostoiévski, Machado de Assis ou Erico VerÃssimo pelo Twitter vai levar uma eternidade, Emmett Rensin e Alex Aciman garantem que vão concentrar tudo em no máximo 20 postagens. Dando certo ou não continuo com meus impressos e PDFs.
Caso não tenha, faça aqui o seu cadastro no Twitter e aproveite para tuitar de onde você quiser adquirindo aqui seu smartphone novinho pelo melhor custo, comparando preços no Buscapé.














Felipe em ter, 4th ago 2009 9:53
Acredito que a forma de ler livros já esta mudando. Temos a interação por meio do qrcode. Na próxima bienal já teremos lançamento de livros infantis com a tecnologia de realidade aumentada O problema que os “ibooks” estão querendo simular o material impresso. Se o meio e digital não queremos ter um aparelho que simule um livro.
judominguez em qua, 5th ago 2009 9:35
Ah, que ótimo. Mas uma desculpa pra galera não pegar um livro pra ler.
Raphael em qua, 5th ago 2009 17:35
Mas não é mais uma desculpa…
é o futuro…
menos papel, menos arvores cortadas
=)…
O que falta é desenvolver uma forma adequada e mais confortável visualmente.
Por isso concordo com o Felipe…
Mas confesso já estar acostumado a ler pela tela do pc…
Felipe em qua, 5th ago 2009 20:27
Com certeza é o futuro. Sobre menos papel e menos arvores cortadas coloquei um texto sobre isso no meu twitter @felipewalprint. Acredito que as pesquisas estão no caminho certo para o aparelho ideal para leitura.