Consciência, quem tem pra dar?
29 de outubro de 2009 por Carla Said em Referência, SELFPOSTS
Vou assumir que sou um pouco descrente com algumas campanhas de conscientização. Não sei, essa coisa de mandar fazer isso ou aquilo é meio complicada. Como dizer que drogas são ruins para quem, presume-se, parece estar achando bom o efeito que elas provocam? Como fazer as pessoas acreditarem no voto, quando a política está desse jeito? E camisinha, então, dizendo pra usar também com seu marido de 10 anos? Complicado.
Eu sei que parece que sou uma louca libertária, mas não é bem isso. Estou falando de comunicação. E, no caso, não consigo ver a efetividade das ações. Acho que o problema está muito além disso, lá na base. É preciso tanta coisa que dá até preguiça de falar. Educação, a princípio de tudo, e respeito que, sem sombra de dúvidas, é o que mais falta. Mas isso são outros quinhentos.
Na verdade, comecei a pensar nisso quando vi dois anuncios bem bacanas sobre problemas de saúde. Um falando sobre câncer de mama e outro sobre asma. O de cancer é bem leve, mas engraçado, colocando o teste do toque inesperadamente dentro de um cinema. Assista aqui. O outro é mais forte, e traz um garotinho supostamente embalado num plástico sofrendo com falta de ar. Dá uma chocada, mas faz pensar. Veja aqui.
Por aqui no Brasil, tem algumas coisas boas e outras bem básicas. Dessas que chegam a dar vontade de fazer o contrário, de tanto que não sabem falar com o público. Mas é normal. Uma que eu amo – e chorei bastante –, foi a que a Y&R criou para a Santa Casa ano passado e estimula a doação de órgãos. Linda demais, ó:
Outra bem bacana é a iniciativa “Xixi no Banho”, criada pela F/Nazca para a SOS Mata Altlântica. Ensina de um jeito fofo. Assista aqui.
Mas acho que ainda temos muito o que caminhar. Não é simplesmente lançar uma ideia criativa e deixar pra lá. Se a gente pode ajudar, por que não dar o melhor? Por que não pensar realmente no problema e ir além? Não é o caso de colocar a pessoa entre o bem e o mal, mas de falar claramente, mostrando prós e contras. Numa boa. Eu sei que esse papo é meio chato, mas é bom pra abrir a cabeça. Afinal, não dá pra ser engraçadinho sempre, né. Pelo menos eu não quero.
Ajudem as crianças da Nova Zelandia a respirarem melhor
28 de outubro de 2009 por vborges em Referência
Ação da Ogilvy Auckland, Nova Zelandia, para a Asthma Foundation chama a atenção para a necessidade de ajuda ao tratamento da asma mostrando de maneira forte os efeitos que ela produz numa criança. A criação é de Tom Paine e Ben Pegler com direção de criação de Basil Christensen e Damon O’Leary. Fotografia de Fraser Clements e pós produção de Hayden Wood. Clique na imagem para ampliar.
Via Ads os the World
Réplica vintage de uma primeira classe Pan Am, na garagem
28 de outubro de 2009 por vborges em Referência
Antony Toth, global sales director da United Airlines, dedicou 20 anos de sua vida para construir em sua garagem uma réplica de uma cabine de primeira classe Vintage de um avião da. Pan Am. Sim você leu certo. Pan Am.
Com riqueza de detalhes, é possível encontrar no ambiente desde toda sorte de material promocional até assentos reclináveis de primeira classe e caixas de bagagem originais, etc. Antony estima ter gasto por volta de U$50,000 no projeto. Pretende um dia transformar a garagem em museu.
Vi no Likecool
Breast Fest Film Festival contra o câncer de mama
Muito bom o filme que a Juniper Park criou para promover o Breast Film Festival, um festival focado em exibir filmes que estimulam a prevenção e ajudam a lidar com o câncer de mama. A dica foi do Haendel Dantas, do Comunicadores.
Aroma de flores no amaciante Lenor
Para pontuar um dos benefícios do amaciante Lenor a Grey Bucharest acondicionou as flores das vitrines de algumas floriculturas romenas usando como vaso uma versão aumentada da embalagem do produto. O resultado é muito bacana. A criação é de Alex Strimbeanu, Oana Gheorghe e Bob Toma, com direção de criação de Claudiu Dobrita.
Converse Art Collabs
CtrlC + CtrlV do site da Converse:
A Converse criou o Art Collabs para revelar novos talentos artísticos do PAÍS. A marca abriu espaço para a livre inspiração e colaboração na criação de modelos do tênis mais famoso do mundo: o Chuck Taylor All Star.
Os modelos vencedores do Art Collabs serão produzidos pela Converse e vão entrar para a coleção Outono / Inverno 2010 da marca. Além da oportunidade de terem uma criação sua produzida pela Converse, os vencedores ganham:
- R$ 2.000,00 em dinheiro;
- Um ano de abastecimento em tênis CONVERSE - 12 pares, 1 por mês, a escolher no catálogo, com exceção de modelos importados, sujeito a disponibilidade;
- O tênis que eles criaram!
Ainda dá tempo de mandar o seu design e/ou votar no do @FabioCaveira, que inscreveu um projeto bem maneiro. Eu votei nele. O concurso termina às 23:59 do dia 03 de novembro próximo. Clique aqui para se inscrever e enviar sua própria arte, ou clique aqui para votar no All Star do Caveira.
Abaixo, respectivamente, a arte com a qual o Caveira está participando (não, não se assuste, é que o tema do concurso é Pop Art mesmo), e uma que fiz por acreditar ser um tênis que eu usaria amarradão mas não vou mandar porque creio que foge à regra do concurso.
Clique nas imagens para ampliar.
Um copo que também é cookie
A Lavazza, empresa italiana de café, numa iniciativa para se posicionar a favor do “green design” está entregando a seus revendedores copos que podem ser comidos ao final. Gênial! Você bebe o café e come o copo que, feito como um cookie, absorve o sabor do café. A criação é do designer venezuelano Enrique Luis Sardi e já pode ser visto em alguns dos melhores “Cafés” pelo mundo afora.
Vi no Packagings of the World.
Papel de parede cheiroso
23 de outubro de 2009 por Bárbara Gaia em Produto
Todo mundo é atraído por um bom cheiro. Seja na forma de perfume, no aroma da comida, do carro novo. Que tal você também sentir esse cheiro na decoração da sua casa? Mais precisamente em suas paredes?

Um empresa nos EUA chamada Flavor Paper criou papéis de paredes com cheiro para sua coleção Fruit Cocktail. São fragâncias de banana, cereja, e tutti-frutti. Segundo o blog Follow the Colours os rolos podem custar de 200 a 550 dólares. Espero que o aroma não seja muito forte senão acaba enjoando, mas para lojas, por exemplo, é uma excelente ideia.
O Flavor Paper também produz papéis de parede com textura e até customizados. Aqui vai um video onde o dono desse estúdio de New Orleans, Jon Sherman, faz um tour pela fábrica para o site Cool Hunting.
Se eu pudesse ia até lá. Será que eles fazem com cheiro de maçã verde ou de chuva? Adoro cheiro de chuva.
Oi! Como vai sua comunicação?
22 de outubro de 2009 por Carla Said em TVborges
Para quem não sabe (diria 90% dos leitores), estou passando duas semanas em São Paulo a trabalho. Mas, o mais incrível disso, é que estou adorando. Não sei se sou eu ou a cidade, mas algo me faz sentir bem. Tirando um ônibus errado aqui e outro ali, tem dado tudo certo, e sampa tem se mostrado bastante receptiva e agradável aos meus olhos. Muito bom.
Mas o motivo de tocar nesse assunto é que justamente hoje peguei um puta ônibus errado e, durante as andanças, acabei dando de cara com a Oi. Cara, não sei quanto às outras pessoas, mas eu adoro a Oi. Assumo que meu carinho possa ser influenciado pelos comerciais da NBS, ou por eles usarem crianças fofas nas peças, ou (o que eu mais acredito), pelas músicas fenomenais que os filmes lançam – canto “quem ama bloqueia” de cabo a rabo. Uma lindeza. Mas o fato é que a marca me encanta.
Também acredito que ter trabalhado no Meio&Mensagem justamente quando a empresa entrava em São Paulo (lê-se, milhões de pautas feitas), tenha me ajudado a simpatizar dessa forma. Toda semana era matéria sobre o barulho que a marca estava causando – fosse pelas promoções, comerciais ou novos clientes que estavam conseguindo. Tudo era pauta. Flávia da Justa foi tão badalada que acabou ganhando Caboré na categoria Profissional de Marketing, em 2008. Dá pra entender do que estou falando, né?
Pois bem, foi nesse clima de adrenalina que acabei tendo o prazer de ver todos os filmes do lançamento. E posso dizer? Adorei. Dentre esses, o comercial “Mesmice”, que recentemente ganhou o prêmio Profissionais do Ano na categoria Comercial Sudeste, além do Prêmio Abril de Televisão, é meu favorito. Vejam abaixo.
A empresa ainda fez muitas outras coisas bacanas dentro da sua tão comentada “plataforma” – como Oi Futuro, Oi Casa Grande, Oi Noites Cariocas, Oi FM –, mas não dá pra citar tudo.
De qualquer forma, fica aqui a lembrança de como uma marca pode mexer com as outras pela comunicação (não é por isso que estamos aqui?). Se antes o segmento estava meio parado e chato, a Oi – junto com a NBS, é claro – deu uma chacoalhada na galera. Vale a pena correr atrás desse histórico e dar uma olhada. É diversão na certa. Só não vale perguntar sobre serviços telefônicos, porque o negócio aqui é outro. Tô fora de tarifas e serviços. E eu agradeço muito por isso.
Uma ideia simples, barata e bem legal
Fico amarradão em ver quando a simplicidade de algumas grandes idéias transcendem também para a produção. Abaixo, um excelente exemplo disso. Uma bela idéia muito bem resolvida a um custo baixo e que traz como resultado um filme todo certo.
O filme foi criado pela Clemenger BBDO Adelaide para a Coast Yamaha para Austrália e Nova Zelândia. A criação é de Geoff Robertson e Andrew Slattery, com direção de criação de Greg Knagge. Produção da Spirit Films, com direção de Roh Smith. Palmas pra eles.
Vi no BlueBus.























