Bring it to life
Considerado o projeto mais ambicioso já produzido para Guinness, o filme mostra um grupo de homens “trazendo um mundo à vida” e faz um paralelo com a forma como a cerveja é produzida. Dirigido por Johnny Green o filme conta com uma equipe de elite, incluindo o cenógrafo Grant Major e o diretor de fotografia Wally Pfisher. Dizem ter sido a produção mais cara realizada pela Guinness até hoje.
Yalla
29 de novembro de 2009 por vborges em Referência
Dos mesmos donos do Amir, em Copacabana, o Yalla é um novo restaurante árabe que chega num formato moderninho e focado nos sanduiches árabes, mais conhecidos como Kebabs.
Ainda não conferi a nova empreitada sob ponto de vista gastronômico, mas já tive acesso à linha de embalagens para os sanduiches e saladas, aos acessórios como bandejas, guardanapeiros, cardápios e à identidade visual e curti bastante.
Assinado pelo designer Marcelo Freitas, o PIV, segundo ele, foi pensado com “O objetivo principal de criar uma forma mais prática de comer o Kebab, e a solução foi muito bem recebida pelo público.”
Além da embalagem do sanduiche, merece destaque a da salada, que traz uma solução muito bacana para acoplar o talher.
The PEN Story
Inspirado na técnica em stop motion usada por Taijin Takeuchi em “A Wolf Loves Pork” (aqui), The PEN Story é um filme criado para viralizar o lançamento da E-P1, versão digital da tradicional câmera Olympus PEN, fabricada pela Olympus desde 1959 (aqui).
O filme, que consumiu nada mais nada menos que 60.000 fotos das quais aproximadamente 11.400 foram impressas e montadas “na unha” e sem nenhuma pós produção, tem a duração de 3′ e propõe uma solução criativa para contar a história da evolução da câmera que, como você, também evoluiu e agora é digital.
Dica do Paulo Neto, via Facebook. Alguém tem a ficha técnica?
As 4 maneiras em que o som nos afeta
23 de novembro de 2009 por vborges em Referência
Recentemente publiquei aqui uma matéria muito interessante sobre sound branding, denominação para o processo de transformação do conceito e linguagem visual da marca em linguagem sonora. Me aprofundando ainda mais sobre o tema, encontrei no TED - Talks uma palestra ministrada por Julian Treasure (ex baterista da banda Transmitters, atualmente presidente da Sound Agency e autor do livro Sound Business) onde, de forma prática, ele nos mostra com desenvoltura as 4 maneiras em que o som nos afeta.
Vale investir um tempinho pra assistir ao vídeo, abaixo. Se preferir assistir com legendas em portugês, acesse o site do TED (aqui) e providencie sua legenda.
Selos Brit Classics
23 de novembro de 2009 por judominguez em Referência, SELFPOSTS
Eu sempre achei que a família real inglesa tinha um quê de moderninha. Toda aquela pompa e renda jamais me enganou. Uma rainha que curte Queen é, no mínimo, genial. Eis que navegando pelo Petiscos, o que descubro? Que o Royal Mail lançou uma coleção especial de selos inspirados em clássicos do rock inlgês. Yeah!
São 10 bandas que, a partir de Janeiro de 2010, terão suas capas de álbuns estampadas nos selos oficiais. Os homenageados:
• The Division Bell - Pink Floyd
• A Rush of Blood to the Head - Coldplay
• London Calling - The Clash
• Tubular Bells - Mike Oldfield
• Parklife - Blur
• Power, Corruption and Lies - New Order
• Four Symbols - Led Zeppelin
• Screamadelica - Primal Scream
• Let it Bleed - The Rolling Stones
• The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars - David Bowie
E pra quem achou que, tratando-se de brit classics, ficou faltando alguém, adianto que os Beatles tiveram uma edição só pra eles em 2007, também com as capas dos álbuns. Mas pra mim, o que faltou mesmo foi The Cure e The Smiths.
Recado passado, colegas viajantes na terra de rainha Beth: não me mandem e-mails. Me escrevam cartas. Dez, pelo menos. Enviar cartas sempre teve seu valor, e com selos assim o charme é em dobro.


Seu Fiat 500 através de sua ID Digital
22 de novembro de 2009 por Bárbara Gaia em News, SELFPOSTS
Essa foi a proposta da Agência Click ao lançar um aplicativo para o mais novo carro da Fiat. Segundo matéria do Clube de Criação de São Paulo, a pessoa entra no hotsite, escolhe em um painel as redes sociais que mais utiliza e um Fiat 500 é montado de acordo com as informações obtidas. Você pode depois editar e mandar “seu carro” para suas mídias pessoais.
De acordo com João Batista Ciaco, diretor de publicidade e marketing de relacionamento da Fiat, a empresa quer estar cada dia mais presente na vida do consumidor e o mundo digital é uma das melhores opções, já que passamos boa parte do nosso tempo em frente a um computador.
Eu fiz o teste com o meu Twitter e blog. Apareceu um Fiat 500 na cor amarela mas não tinha nada comentando porque aquele era o carro que tinha mais a ver comigo. Pensei que seriam rastreadas as palavras-chave que mais uso. Ex: Se eu falasse muito em design, mostraria o automóvel todo customizado.
O que informa são mais dados estatísticos. No caso do Twitter, quantos followers tenho, quantos tweets eu coloco por semana e o número de retweets. Talvez o que eu tinha imaginado seja um tanto quanto complicado. Mas a ideia criada pela agência é muito bacana.


Era uma vez…
18 de novembro de 2009 por Carla Said em SELFPOSTS, TVborges
Nesse final de semana, enquanto milhares de pessoas se divertiam na praia, resolvi ver um filme. Por indicação do bonequinho do Globo (sim, eu sigo o que ele diz) fui assistir (500) Dias com ela – (500) Days of Summer, no original. E, posso garantir, tive a grata surpresa de encarar um dos melhores filmes do ano pra mim. Tudo se encaixa perfeitamente: trilha sonora, atores, figurinos, locações e linguagem – além da história, que é fenomenal e nem um pouco óbvia.
O conceito é bem simples e já explícito no início do longa: “This is a history of boy meets girl (…) this is not a love story”. Ponto. Dito isso, a gente pode sofrer, querer que seja o contrário e até se emputecer com os acontecimentos, mas precisamos engolir seco e aceitar que aquele casal não vai terminar bem. Está claro desde a primeira cena, desde quando a idéia foi criada e, provavelmente, o roteiro escrito. Mas, como no post anterior, mais uma vez o pessoal deve estar pensando “por que diabos ela está falando disso?”. Bom, vou tentar explicar.
Conversando depois do filme, não sei porquê, me veio na cabeça o recente comercial “Destino”, criado pela Ponce de Buenos Aires para AXE (veja lá no fim do post). Normalmente, os comerciais da marca não me fazem a cabeça, mas esse me pegou num ponto muito forte: conceito e amarração da história (coisa que, sinceramente, acho que falta nos outros). O filme mostra uma historinha sobre um homem e uma mulher supostamente ideais e que não se encontram. No único momento em que eles vão se esbarrar, passa um cara cheirando a AXE e, pronto, lá se vai uma bela história de amor.
Para quem não sabe, o conceito atual do desodorante é “The Power of Fragrance”. E agora, precisa dizer mais alguma coisa? Eu sei, todos os comerciais da AXE mostram o “poder da fragrância” mas, o que quero mostrar, é como uma história crível e bem contada faz a diferença. Isso é o que pode acontecer na vida real. Comigo, com você e qualquer um. E, vamos lá, não é mais legal assim? Não é muito mais agradável do que olhar para uma peça e sentir que estão zoando com a sua cara? Ah, eu acho.
Na realidade, não é muito sobre o que pode acontecer na vida real, mas o que se torna crível aos olhos. Uma história bem contada e amarrada, passível de “viagens”, mas que caminha naturalmente, sem sobressaltos loucos e sem sentido. A AlmapBBDO fez isso recentemente com o comercial “Xerox”, para O Boticário. Simples, inteligente e bem bonitinho, como vocês podem ver lá no fim do post também. Não daria para usar o mesmo conceito da AXE? Sim. Mas eles assinaram como “acredite no desodorante”, que tem uma amarração perfeita com o conteúdo. Bacana mesmo.
Infelizmente, isso é o que menos tem acontecido na propaganda brasileira atual. O que mais vemos é enrolação, enrolação e, para finalizar, uma piadinha meio jogada, que faz graça sem botar pra pensar. É a tal falta de conteúdo aliada a preguiça. Cansativo demais, bobo demais, non sense demais. Como sempre digo e repito, sei que cada caso é um caso e que o sentido pode variar de pessoa pra pessoa. Ok. Mas também sei que, quando algo é bem contado, o sentido até pode variar, mas a mensagem é recebida igualmente. Seja falando sobre desodorantes, xerox ou histórias de amor.
E você, sabe o que é Sound Branding?
10 de novembro de 2009 por vborges em Referência
Sound Branding é o processo de transformação do conceito e linguagem visual da marca em Linguagem Sonora.
Dias 13, 14 e 15 de novembro, na Alemanha, se dará o primeiro congresso de Sound Branding do mundo, que reunirá mais de sessenta empresas interessadas e atuantes no assunto. A Zanna Sound estará lá na qualidade de única representante da América Latina.
Há décadas, não é novidade que filmes sejam lembrados pela sua trilha sonora como: aquele assovio de cowboy do E.Moricone do filme “The Good, the Bad and the Ugly”, as guitarras retrô de James Bond, em “007”, e os metais animados de “Indiana Jones”. O Cinema vem utilizando o som com grande êxito. Que poder é esse que parece acionar quase fisicamente certas experiências? Música aciona memórias, emoções, frases, cheiros que parecem quase presentes.
Não intencionalmente, há décadas, a TV Globo tem seu inconfundível plim plim pra avisar a volta da programação, o que lhe agregou um valor definitivo para a marca. Quando escutamos o plim plim, além de lembrarmos da Rede Globo, imediatamente a imagem do logo nos vem à cabeça.
Nos últimos anos, já intencionalmente as marcas começam a utilizar toques sonoros para assinar seus comerciais. A Intel com seu , “purururu”, que a tornou reconhecida através da consistente utilização da sua logo sonora. Temos o som da Nokia, da Motorola, da Apple e de seu rival, PC. Grandes empresas já entenderam a importância do som na disseminação das suas marcas. Mas o Sound Branding vai alem.
O Sound Branding cria a Linguagem Sonora, na intenção de acompanhar a marca por toda a sua vida. Pretende posicioná‐la e perpetuá‐la nos ouvidos da audiência e desponta como uma nova e potente ferramenta de disseminação da marca.
Como se faz? Primeiro se estuda o branding da marca, sua história, seus cases, onde ela está e aonde ela pretende chegar. Depois, baseados em toda a informação colhida e também na vivência das pessoas que cuidam e pensam a marca, se criam as diretrizes sonoras. Diretrizes essas que irão nortear toda a criação sonora da marca.
Finalmente, são criadas as primeiras aplicações musicais, entre elas o tema musical que reflete o jeito da marca, sua Logo Sonora que irá assinar sonoramente toda a comunicação, aplicações da linguagem sonora para filmes e spots, telefonia, disseminação da marca através de eventos e merchandising musicais, ações sociais que possam envolver música. Por todos os cantos onde a marca está inserida sua
Linguagem Sonora também está.
Depois de tudo isso, entendo que Sound Branding não é apenas criar assinaturas sonoras, e sim criar a Linguagem Sonora da Marca. Com o Sound Branding desenhado exclusivamente para a marca, através de suas diretrizes sonoras, dos seus temas musicais que vão sendo consistentemente reinterpretados ao longo do tempo, da sua logo sonora, das suas ações musicais, podemos construir uma grande marca.
Assista abaixo um belo case de construção de marca sonora, criado pela Zanna Sound para o Banco do Brasil. Aproveite para conhecer o site da Zanna, aqui.
O que faz você ser você
8 de novembro de 2009 por Carla Said em SELFPOSTS, TVborges
Outro dia estava vendo um episódio dos Simpsons que brincava com uma empresa chamada “Mapple”. Ora, todos sabem que “Mapple” é uma sátira para “Apple” e o fundador “Mobs” é o tão estimado Jobs, da mesma empresa. Além do quê, sabemos que o seriado sempre faz referências ao mundo atual, sejam elas boas ou más. E é bastante crítico.
Mas resolvi falar isso porque, nesse caso específico, o desenho fazia alusão ao famoso comercial “1984”, que a Apple lançou por uma única vez, na final do Super Bowl (lê-se, um público estimado de 70 mil pagantes e, mais ou menos, 80 milhões de telespectadores). Esse famoso filme, teve produção e direção de ninguém menos que Ridley Scott, criação a cargo da agência Chiat/Day (hoje incorporada à TBWA), e custou a bagatela de 1,6 milhão de dólares (sendo que o custo de veiculação ficou em torno de 500 mil dólares). Nada mal para um anúncio de 25 anos atrás. Veja aqui:
Mas, “por que diabos essa garota está falando disso? Todo mundo conhece esse filme”, vocês devem estar pensando. Sim, eu sei, todo mundo conhece esse filme. Mas, não sei, todo mundo conhece esse filme mesmo? Digo, TODO MUNDO sabe que Ridley Scott foi responsável por sucessos como Alien e Blade Runner? Ou, TODO MUNDO sabe que o anúncio reflete a luta que George Orwell travou no livro “1984”? E Big Brother, TODO MUNDO sabe que não é apenas um reality show? Não sei.
Parece simples, mas não é. Sei que esses exemplos não são profundos, e que muitas pessoas estão familiarizadas com tudo isso, mas nem tantas como acreditamos. Na maioria da vezes, recebemos informações sem saber do que se tratam. A gente adora a música “Will You Still Love Me Tomorrow” da Amy Winehouse, mas não faz idéia de que é uma regravação da original escrita por Gerry Goffin e Carole King. E que foi eleita umas das 500 melhores músicas dos últimos tempos pela Rolling Stone. Pra quê, né?
“Tudoaomesmotempoagora” é algo que escutamos com frequência e, sim, é uma verdade. Mais ainda, uma necessidade dos tempos atuais. Não que seja certo ou errado, é apenas uma característica do mundo. Aceitemos. Mas, o que estou querendo dizer, é que falta interesse. Não tanto sobre hoje, mas sobre ontem (e ontem não significa 50 anos atrás, pode ser um mês também). É isso mesmo, falta interesse. E muito. E cada vez mais. O antigo não interessa. É passado, cheira à naftalina e não importa. Uma pena.
Também não acho que somos obrigados a saber tudo sobre tudo, mas acredito que, como comunicadores, nossa função é estudar e promover o pensamento. Sejam nos nossos anúncios, blogs, twitts ou qualquer outro lugar que reflita uma idéia. Eu sei, é cabeçudo demais, é profundo demais e as pessoas simplesmente não entendem, mas não é pra isso que estamos aqui? Para traduzir nossa percepção e, mais ainda, compartilhar um pensamento? Estimular o raciocínio? Acredito que sim.
Não vou entrar no mérito de cada caso, mas espero que a maioria pense como eu. Tá, pode ser utopia, mas prefiro acreditar que ainda há interesse. Prefiro acreditar que as tão esperadas “grandes idéias” sejam sempre geradas em conjunto aos “grandes conhecimentos”. Prefiro acreditar que as pessoas se importam. E espero acreditar sempre. Ou melhor, prefiro.
MaxHaus. More na sua época
Já estreiou o primeiro filme da Talent criado para MaxHaus, um empreendimento imobiliário que sob o conceito “more na sua época”, vende a idéia de 70m2 em branco para que o comprador através de sua própria criatividade configure seu apartamento de acordo com suas necessidades atuais. Com versões de 30″ e 60″ o filme “Le cliché” mostra a mesmice dos outros apartamentos e convida: “More na sua época”.
A criação é de João Liv, Leo Macias e Philippe Degen, com direção de criação de João Livi. Produção da Ioiô Filmes e som da Tentáculo.
















