AlmapBBDO cria anúncio em iPad para divulgar versão da Audi Magazine no tablet

11 de novembro de 2011 por vborges em Destaques, Referência

Está no ar um anúncio de página dupla criado pela AlmapBBDO para divulgar a versão para iPad da Audi Magazine. Uma versão impressa será veiculada em revistas. A versão online estará em revistas no formato especial para o tablet da Apple.

Ícones do próprio iPad foram usados para comunicar a novidade, como a tela inicial e o botão de “desbloquear”.  No anúncio, quando o iPad estã na horizontal, o botão de desbloqueio percorre um circuito de corrida bem conhecido por nós, Interlagos.

A criação ganha força na versão digital, uma vez que o anúncio leva o usuário para a AppStore, em que pode baixar sua própria revista.  Segundo os criadores da peça, Ricardo Wolff, Marcus Kawamura e Guilherme Giacomo: “Esse é o grande diferencial de fazer um anúncio sobre iPad no próprio iPad: o benefício pode ser entregue ali mesmo”.

A direção geral de criação é de Luiz Sanches, com direção de criação de Marcos Medeiros e André Kassu. Clique na imagem para ampliar.

Layout 1

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Nike Free Run +

17 de abril de 2010 por vborges em TVborges

Sabe o que acontece quando você junta num mesmo projeto 3 absurdos sinônimos de tecnologia? Veja o resultado no vídeo abaixo, e depois visite o site do produto aqui.

Imagem de Amostra do You Tube

Mas preste bem atenção: o filme acima mostra o resultado de uma performance criada exclusivamente para a promoção do Nike Free Run +, que tem na flexibilidade seu principal diferencial, ou seja, conforme o fabricante dexa bem claro, o calçado é unicamente feito para corrida e as unidades vendidas no varejo não vão tocar música quando dobradas ou torcidas.

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E você, sabe o que é Sound Branding?

10 de novembro de 2009 por vborges em Referência

Sound Branding é o processo de transformação do conceito e linguagem visual da marca em Linguagem Sonora.

Dias 13, 14 e 15 de novembro, na Alemanha, se dará o primeiro congresso de Sound Branding do mundo, que reunirá mais de sessenta empresas interessadas e atuantes no assunto. A Zanna Sound estará lá na qualidade de única representante da América Latina.

Há décadas, não é novidade que filmes sejam lembrados pela sua trilha sonora como: aquele assovio de cowboy do E.Moricone do filme “The Good, the Bad and the Ugly”, as guitarras retrô de James Bond, em “007”, e os metais animados de “Indiana Jones”. O Cinema vem utilizando o som com grande êxito. Que poder é esse que parece acionar quase fisicamente certas experiências? Música aciona memórias, emoções, frases, cheiros que parecem quase presentes.

Não intencionalmente, há décadas, a TV Globo tem seu inconfundível plim plim pra avisar a volta da programação, o que lhe agregou um valor definitivo para a marca. Quando escutamos o plim plim, além de lembrarmos da Rede Globo, imediatamente a imagem do logo nos vem à cabeça.

Nos últimos anos, já intencionalmente as marcas começam a utilizar toques sonoros para assinar seus comerciais. A Intel com seu , “purururu”, que a tornou reconhecida através da consistente utilização da sua logo sonora. Temos o som da Nokia, da Motorola, da Apple e de seu rival, PC. Grandes empresas já entenderam a importância do som na disseminação das suas marcas. Mas o Sound Branding vai alem.

O Sound Branding cria a Linguagem Sonora, na intenção de acompanhar a marca por toda a sua vida. Pretende posicioná‐la e perpetuá‐la nos ouvidos da audiência e desponta como uma nova e potente ferramenta de disseminação da marca.

headphone

Como se faz? Primeiro se estuda o branding da marca, sua história, seus cases, onde ela está e aonde ela pretende chegar. Depois, baseados em toda a informação colhida e também na vivência das pessoas que cuidam e pensam a marca, se criam as diretrizes sonoras. Diretrizes essas que irão nortear toda a criação sonora da marca.

Finalmente, são criadas as primeiras aplicações musicais, entre elas o tema musical que reflete o jeito da marca, sua Logo Sonora que irá assinar sonoramente toda a comunicação, aplicações da linguagem sonora para filmes e spots, telefonia, disseminação da marca através de eventos e merchandising musicais, ações sociais que possam envolver música. Por todos os cantos onde a marca está inserida sua
Linguagem Sonora também está.

Depois de tudo isso, entendo que Sound Branding não é apenas criar assinaturas sonoras, e sim criar a Linguagem Sonora da Marca. Com o Sound Branding desenhado exclusivamente para a marca, através de suas diretrizes sonoras, dos seus temas musicais que vão sendo consistentemente reinterpretados ao longo do tempo, da sua logo sonora, das suas ações musicais, podemos construir uma grande marca.

Assista abaixo um belo case de construção de marca sonora, criado pela Zanna Sound para o Banco do Brasil. Aproveite para conhecer o site da Zanna, aqui.

Imagem de Amostra do You Tube

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O que faz você ser você

8 de novembro de 2009 por Carla Said em SELFPOSTS, TVborges

Outro dia estava vendo um episódio dos Simpsons que brincava com uma empresa chamada “Mapple”. Ora, todos sabem que “Mapple” é uma sátira para “Apple” e o fundador “Mobs” é o tão estimado Jobs, da mesma empresa. Além do quê, sabemos que o seriado sempre faz referências ao mundo atual, sejam elas boas ou más. E é bastante crítico.

Mas resolvi falar isso porque, nesse caso específico, o desenho fazia alusão ao famoso comercial “1984”, que a Apple lançou por uma única vez, na final do Super Bowl (lê-se, um público estimado de 70 mil pagantes e, mais ou menos, 80 milhões de telespectadores). Esse famoso filme, teve produção e direção de ninguém menos que Ridley Scott, criação a cargo da agência Chiat/Day (hoje incorporada à TBWA), e custou a bagatela de 1,6 milhão de dólares (sendo que o custo de veiculação ficou em torno de 500 mil dólares). Nada mal para um anúncio de 25 anos atrás. Veja aqui:

Imagem de Amostra do You Tube

Mas, “por que diabos essa garota está falando disso? Todo mundo conhece esse filme”, vocês devem estar pensando. Sim, eu sei, todo mundo conhece esse filme. Mas, não sei, todo mundo conhece esse filme mesmo? Digo, TODO MUNDO sabe que Ridley Scott foi responsável por sucessos como Alien e Blade Runner? Ou, TODO MUNDO sabe que o anúncio reflete a luta que George Orwell travou no livro “1984”? E Big Brother, TODO MUNDO sabe que não é apenas um reality show? Não sei.

Parece simples, mas não é. Sei que esses exemplos não são profundos, e que muitas pessoas estão familiarizadas com tudo isso, mas nem tantas como acreditamos. Na maioria da vezes, recebemos informações sem saber do que se tratam. A gente adora a música “Will You Still Love Me Tomorrow” da Amy Winehouse, mas não faz idéia de que é uma regravação da original escrita por Gerry Goffin e Carole King. E que foi eleita umas das 500 melhores músicas dos últimos tempos pela Rolling Stone. Pra quê, né?

“Tudoaomesmotempoagora” é algo que escutamos com frequência e, sim, é uma verdade. Mais ainda, uma necessidade dos tempos atuais. Não que seja certo ou errado, é apenas uma característica do mundo. Aceitemos. Mas, o que estou querendo dizer, é que falta interesse. Não tanto sobre hoje, mas sobre ontem (e ontem não significa 50 anos atrás, pode ser um mês também). É isso mesmo, falta interesse. E muito. E cada vez mais. O antigo não interessa. É passado, cheira à naftalina e não importa. Uma pena.

Também não acho que somos obrigados a saber tudo sobre tudo, mas acredito que, como comunicadores, nossa função é estudar e promover o pensamento. Sejam nos nossos anúncios, blogs, twitts ou qualquer outro lugar que reflita uma idéia. Eu sei, é cabeçudo demais, é profundo demais e as pessoas simplesmente não entendem, mas não é pra isso que estamos aqui? Para traduzir nossa percepção e, mais ainda, compartilhar um pensamento? Estimular o raciocínio? Acredito que sim.

Não vou entrar no mérito de cada caso, mas espero que a maioria pense como eu. Tá, pode ser utopia, mas prefiro acreditar que ainda há interesse. Prefiro acreditar que as tão esperadas “grandes idéias” sejam sempre geradas em conjunto aos “grandes conhecimentos”. Prefiro acreditar que as pessoas se importam. E espero acreditar sempre. Ou melhor, prefiro.

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A sensação do palito

19 de agosto de 2009 por Carla Said em Guerrilha, SELFPOSTS

Estava curtindo uma prainha no fim de semana quando, qual não foi a minha surpresa, um vendedor ambulante anunciou “picolé do palito premiado”. Para quem tem mais ou menos a minha idade e viveu sua infância na década de 80/90, essa promoção era simplesmente a sensação da criançada – e também do pessoal mais velho, né, afinal, ganhar uma coisinha ou outra de graça é sempre bem vindo.

Na verdade, o que achei engraçado nessa lembrança é que eu, como boa amante de sorvetes que sou, ainda hoje me pego fiscalizando o palitinho para ver se ganho outro – e olha que ganhei poucas vezes. É impressionante a lembrança de marca que isso acarreta e, mais impressionante ainda, a força que isso produz dentro de cabecinhas inocentes – eu sabia a ação era da Kibon e, por conseqüência, só queria saber dos picolés da marca.

Mas não cabe aqui entrar no mérito de uma discussão a respeito de propaganda voltada para crianças, é mais um relato de como uma ação publicitária influencia mesmo nossas escolhas. De qualquer forma, a tal promoção do palito premiado tem feito bastante barulho de uns dois anos para cá. Um tanto quanto modificada (os tempos são outros, né), mas ainda conquistando resultados surpreendentes.

Em 2007, pelas mãos da Bullet, a Kibon lançou uma versão hightech da ação e, em parceria com a Apple, congelou 10 mil Ipods nos seus palitos. Mesmo passando pela trabalheira de resolver problemas como temperatura, peso e umidade, o sucesso foi instantâneo. Além de aumentar em 40% as vendas da marca, a agência ainda acabou premiada com dois Leões na categoria Promo, ano passado. Assista ao case no primeiro filme, abaixo. O resultado foi tão bom que eles resolveram repetir a dose, mas dessa vez congelando vale brindes que dão direito a uma câmera fotográfica. Nada mal para uma promoção que existe há 20 anos.

Eu, incrivelmente, não corri para nenhum lugar a fim de comprar picolés Kibon. Como disse anteriormente, é sempre bem vindo ganhar uma coisinha ou outra de graça – Ipods ou câmeras fotográficas. Mas, no meu caso, acho que a ação me seduzia mais pela possibilidade de ganhar um exemplar do doce do que qualquer outra coisa. Afinal, nada no mundo me convence de que não e válido comer dois Chicabons de uma vez só. Eu acredito.

Já a galera que curte o doce e a tecnologia, provavelmente correu. Prova disso é o filme produzido pelo Israel, que garante um aumento de 500% no consumo de Fruttare e dá a dica: “O de tangerina é o melhor”.

Imagem de Amostra do You Tube Imagem de Amostra do You Tube

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iByke

16 de abril de 2009 por vborges em Produto

Seguindo a linha arrojada clean do design que é produzido para os produtos da Apple, o americano Jake Foley criou uma bicicleta onde a tecnologia de ponta se mistura discretamente ao design. Pensada essencialmente para o púlbico jovem urbano a bicicleta tem no guidom uma roda de rolagem idêntia a que usamos para navegar em nossos iPods e, no quadro, um “case” para MacBook que possibilita o transporte deste em segurança. Para garantir um deslocamento suave, fácil e rápido, as rodas da Byke são magnéticas e para um armazenamento e transporte confortável, seu quadro se dobra de forma que se torne possível transporta-la fácilmente pelos corredores de um edifício.

Ainda não está à venda. Aproveite para comparar preços de bicilcetas no Buscapé.



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iPod Touch, ESPN e MTV

12 de março de 2009 por vborges em Referência

Para divulgação do modelo do iPod Touch, da Apple, a TBWAMedia Arts Lab criou ação de intervenção na página principal dos sites da ESPN e da MTV. Bem legal. Destaque para a trilha: “No You Girls” do Franz Ferdinand.  A campanha, batizada de “more fun”, foi criada por Nathan Iverson e Krista Wicklund, com direção de criação de Scott Trattner. Produção web de Julie Notaro.

Assistam aos filmes e aproveitem para comparar preços de iPod Touch no Buscapé ;)

Imagem de Amostra do You Tube Imagem de Amostra do You Tube

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A história das coisas

20 de julho de 2008 por vborges em Referência

Nunca vi ninguém que acabou de sair de uma loja Apple com um iPhone novinho em folha se questionar sobre os processos a que se submeteu aquele produto até o tão glorioso e inenarrável momento da compra.

De fato, se de um lado assuntos como reciclagem, sustentabilidade, consciência ecológica e preservação da natureza, dentre outros no mesmo mood, hoje se encontram sob os holofotes de alguns setores da sociedade que não medem esforços em buscar alternativas para se fazerem ouvir, de outro temos a grande maioria da população cumprindo o papel para o qual foi educada: consumindo sem questionar.

É essa a realidade que trata o documentário “A história das coisas”, produzido por Tides Foundation e Founders Workgroup for Sustainable Production and Consumption, com o apoio da InfoNature.org, e cujo pano de fundo é mostrar os processos que formam a cadeia produtiva do consumo e o custo que estamos pagando pelo nosso consumismo desenfreado, trocando em miudos, seu iPhone ainda te custará muito mais caro do que você imagina.

Se você não concordar com o estudo realizado, ok! Ao menos a animação valeu como referência :P

Em tempo - acabei deixando de falar o mais importante: é um recado com foco na importância da responsabilidade dos designers nesse processo.

Imagem de Amostra do You Tube

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