Bastidores da promoção “Fala, Cabeção!”, de Fruttare Caseiro
A nova promoção “Fala, Cabeção!”, da linha Fruttare Caseiro, da Kibon, é tema do próximo programa Avesso. O picolé caseiro surpreende o consumidor dando a notícia de que ele ganhou o prêmio de R$ 200,00 em vale-compras. Esta é mais uma ação da campanha de sucesso de Fruttare Caseiro, que contempla, além da promoção, ações interativas na qual pessoas com cabeças de fruta interagem de maneira lúdica e com muito bom humor com os consumidores, como no caso do Festival de Verão de Salvador.
“Este ano, estamos com uma campanha que continua irreverente como em 2009. As cabeças de fruta viraram picolé, só que eles continuam falando”, conta Cecília Dias, Gerente de Marketing de Kibon.
Com criação da Bullet e engenharia da Yes! Mobile Media, a Kibon espalha a promoção de verão por todo o Brasil, colocando no total 500 sorvetes falantes nos pontos de venda juntos aos sorvetes verdadeiros. “A gente envia para a casa do consumidor um picolé que ele comprou por direito e acabou não usufruindo e recebe também um vale-compras de R$200,00”, explica Fernando Figueiredo, Presidente do Grupo Talkability.
Os responsáveis pela criação também revelam o que há por dentro dos picolés premiados de “Fala, Cabeção!”: “É um player de MP3, uma placa microcontrolada. Ele demora 9 segundos para iniciar a fala”, revela Alexandre Souza, Projetista da Yes! Mobile Media. Foram construídos pelo menos oito protótipos, além da realização de dezenas de testes de engenharia e tecnologias para se chegar ao modelo final.
Assista ao Avesso e confira os detalhes e curiosidades da promoção “Fala, Cabeção!”
SOBRE FRUTTARE CASEIRO
Os picolés da linha Fruttare Caseiro são feitos com pedaços de frutas e toda a cremosidade do leite. Disponíveis nos sabores morango e banana desde o ano passado, a Kibon lançou para este verão a versão Pêssego. Com preço sugerido de R$ 2,80 (região Sudeste), os picolés estão disponíveis nos principais pontos de venda de todo o Brasil
SOBRE O PROGRAMA AVESSO
O Avesso é um programa de entretenimento com três minutos de duração, que mostra os bastidores da indústria da comunicação para o grande público, responsável pelo desenvolvimento do conceito do Brand Backstage no Brasil. Se destaca, por sua ampla interação entre os meios, com uma linguagem moderna e dinâmica.
A sensação do palito
19 de agosto de 2009 por Carla Said em Guerrilha, SELFPOSTS
Estava curtindo uma prainha no fim de semana quando, qual não foi a minha surpresa, um vendedor ambulante anunciou “picolé do palito premiado”. Para quem tem mais ou menos a minha idade e viveu sua infância na década de 80/90, essa promoção era simplesmente a sensação da criançada – e também do pessoal mais velho, né, afinal, ganhar uma coisinha ou outra de graça é sempre bem vindo.
Na verdade, o que achei engraçado nessa lembrança é que eu, como boa amante de sorvetes que sou, ainda hoje me pego fiscalizando o palitinho para ver se ganho outro – e olha que ganhei poucas vezes. É impressionante a lembrança de marca que isso acarreta e, mais impressionante ainda, a força que isso produz dentro de cabecinhas inocentes – eu sabia a ação era da Kibon e, por conseqüência, só queria saber dos picolés da marca.
Mas não cabe aqui entrar no mérito de uma discussão a respeito de propaganda voltada para crianças, é mais um relato de como uma ação publicitária influencia mesmo nossas escolhas. De qualquer forma, a tal promoção do palito premiado tem feito bastante barulho de uns dois anos para cá. Um tanto quanto modificada (os tempos são outros, né), mas ainda conquistando resultados surpreendentes.
Em 2007, pelas mãos da Bullet, a Kibon lançou uma versão hightech da ação e, em parceria com a Apple, congelou 10 mil Ipods nos seus palitos. Mesmo passando pela trabalheira de resolver problemas como temperatura, peso e umidade, o sucesso foi instantâneo. Além de aumentar em 40% as vendas da marca, a agência ainda acabou premiada com dois Leões na categoria Promo, ano passado. Assista ao case no primeiro filme, abaixo. O resultado foi tão bom que eles resolveram repetir a dose, mas dessa vez congelando vale brindes que dão direito a uma câmera fotográfica. Nada mal para uma promoção que existe há 20 anos.
Eu, incrivelmente, não corri para nenhum lugar a fim de comprar picolés Kibon. Como disse anteriormente, é sempre bem vindo ganhar uma coisinha ou outra de graça – Ipods ou câmeras fotográficas. Mas, no meu caso, acho que a ação me seduzia mais pela possibilidade de ganhar um exemplar do doce do que qualquer outra coisa. Afinal, nada no mundo me convence de que não e válido comer dois Chicabons de uma vez só. Eu acredito.
Já a galera que curte o doce e a tecnologia, provavelmente correu. Prova disso é o filme produzido pelo Israel, que garante um aumento de 500% no consumo de Fruttare e dá a dica: “O de tangerina é o melhor”.










